outubro 31, 2007 Diversos Nenhum Comentário
DIZ A LENDA QUE…
Dizem que o fato a seguir narrado aconteceu em Minas Gerais, em Ubá.
Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de laranjas. Mas, fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente.
Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não o perdoava. Onde quer que o encontrasse, dava-lhe uma bisca (palmada) na cabeça e perguntava: “- Tudo bom, Cabeçudo”? O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele.
Um dia, depois do milésimo tapinha na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora.
A família da vítima era rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas.
Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de “Zé Caneado”, advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre.
Pois, não é que o “Zé Caneado” aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:
Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:
Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:
Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.
Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:
Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
E o promotor: – A defesa está tentando ridicularizar esta corte!
O juiz: – Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:
Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
O juiz não agüentou:
Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a Justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.
Foi então que o Zé Caneado disse:
Se por repetir apenas algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, os senhores me ameaçam de prisão, pensem na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo?
Cabeçudo foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em Paz.
Moral da história: Mais vale um “Bêbado Inteligente” do que um “Alcoólatra Anônimo.”
TELEJEGUE
MENSAGEM DE TELEJEGUE CONSTRANGE ANIVERSARIANTES
O lendário Zorro sai das telas de cinemas e das histórias em quadrinhos numa versão “brega” para invadir as ruas da grande João Pessoa, na Paraíba. Por trás da fantasia, está Gilberto da Silva Dias, que há sete anos, desempregado, teve a idéia de tirar o sustento animando festas e eventos e criou o serviço batizado de Telejegue. De jegue, só o nome, porque um cavalo é quem puxa a charrete do zorro paraibano.
Sempre acompanhado de uma charrete, o herói mascarado leva piadas e músicas cafonas para animar festas e eventos. Com direito a máscara, chapéu e capa pretos, o Zorro paraibano vai onde é contratado para fazer uma surpresa a um “homenageado”. Confira aqui.
A PONTE
Um prefeito do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros:
Um português, um americano e um brasileiro.
Faço por US$ 3 milhões – disse o português. Um milhão pela mão-de-obra, um milhão pelo material e um milhão para meu lucro.
Faço por US$ 6 milhões – propôs o americano. Dois milhões pela mão-de-obra, dois milhões pelo material e dois milhões para mim. Mas o serviço é de primeira.
Faço por US$ 9 milhões – disse o brasileiro (carioca).
Nove ? – espantou-se o prefeito. É demais! Por que?
É o seguinte, chefia. São três milhõeszinhos para mim, três milhõeszinhos para vossa senhoria e três milhões para o português fazer a obra.
CAIXÃO VIRTUAL
CAIXÃO HIGH-TECH RECEBE CONDOLÊNCIAS DE PARENTES DISTANTES
Inventor aluga monitor e também caixão metálico para velórios. Ministério filipino investiu cerca de R$ 200 mil na invenção.
Um inventor filipino apresentou um “caixão multimídia” que conta com um aparelho de vídeo conectado à internet, de modo que os parentes e amigos do falecido que estejam em outros países possam enviar suas condolências durante o velório.
O inventor, Antonio Andes, disse que a tela também pode ser configurada para mostrar o retrato do falecido, vídeos com cenas de sua vida ou algo que expresse os seus últimos desejos. Além disso, pode emitir música e filmes para tornar mais amena a cerimônia. Confira aqui.
AMOR PLATÔNICO
HOMEM É DESCOBERTO EM BANHEIRO COM BONECA INFLÁVEL
Um americano foi detido na cidade de Cesar Rapids, no Estado de Iowa, ao ser encontrado deitado ao lado de uma boneca inflável, com as calças abaixadas, em um banheiro público de prédio de escritórios.
Craig S. McCullough, 47 anos, foi indiciado por exposição indecente e má conduta. Nas acusações contra McCullough, consta que ele foi descoberto em banheiro público por agente da Agência de Imigração e Costumes dos EUA, que funciona no mesmo prédio. McCullough foi detido e a polícia de Cedar Rapids o levou para a cadeia do condado de Linn. A ficha criminal de McCullough inclui também uma condenação, de 2004, por arrombar loja de noivas. Após o roubo, policiais encontraram McCullough nas redondezas carregando manequim com vestido de noiva. Confira aqui.
PROGRAMA DE RÁDIO
Uma senhora liga para uma emissora de rádio para responder a uma pergunta do locutor.
Como a senhora se chama?
O meu nome é Marli.
Muito bem. E quantos anos a senhora tem?
Eu tenho sessenta.
Que maravilha! Pronta para responder?
Pode perguntar!
Dona Marli. Há um país que tem duas sílabas no nome e uma delas é uma coisa muito boa de se comer. A senhora sabe que país é esse?
Sei, sim. É Cuba.
O locutor ficou mudo por alguns segundos e arrematou:
Dona Marli! A senhora vai levar o prêmio pela criatividade, mas aqui na minha ficha estava escrito Japão.
SE PEIDAR, ENTÃO…
GISELE BÜNDCHEN AJEITA BIQUINI EM HOTEL EM MIAMI
Giisele Bündchen ajeita o biquíni diante da lente dos fotógrafos.
A top model brasileira Gisele Bündchen curtiu o sol de Miami na reserva de um hotel nesta segunda-feira. Sem perceber a lente dos fotógrafos, a moça parou para ajeitar a parte de baixo do biquíni. Confira aqui.
Sem dúvida, eu acho a Gisele uma mulher linda, e é. Mas, será que isso é liberdade ? Porra, a mulher só deu uma ajeitadinha no biquini (tirou do rego) e já fazem uma manchete dessa. Se ela peidar, então…