Porta papel-higiênico
agosto 29, 2010 Curiosidades, Imagens Nenhum ComentárioMuito útil na hora de “passar um fax”.

Muito útil na hora de “passar um fax”.

A melhor resposta talvez seja a de George Harrison, em depoimento ao documentário Anthology, de 1996: “Seria injusto colocar em Yoko Ono toda a culpa por nossa separação, porque àquela altura já estávamos todos cheios. Mas talvez ela tenha sido a catalisadora“. Ou seja: já havia bastante tensão e conflito entre os quatro Beatles quando Yoko entrou publicamente em cena, durante as gravações de The Beatles – mais conhecido como “The White Album” (”Álbum Branco”) – em 1968. A presença constante de Yoko ao lado de John Lennon e o fato de ele valorizar muito mais a opinião dela, como artista de vanguarda, que a de seus parceiros musicais, teria apenas acelerado o processo de dissolução, que, mesmo assim, ainda se estenderia por dois anos. Independentemente da presença de Yoko, os Beatles haviam chegado àquela fase terminal, pela qual passam quase todas as bandas de rock, em que os talentos individuais começam a se sentir limitados e surgem as famosas “diferenças criativas”.

Quando entraram em estúdio para gravar o “Álbum Branco”, Lennon e Paul McCartney não mais compunham juntos e Harrison pressionava para incluir mais composições suas além da cota tradicional de duas por álbum. Resultado: os três passaram a gravar suas participações em separado, ou acompanhados apenas por Ringo Starr. Logo surgiram mais dois motivos de brigas sérias: Paul queria colocar seu sogro, Lee Eastman (um dos donos da Kodak), como empresário da banda e também queria que voltassem a se apresentar ao vivo. Mesmo assim, não resta dúvida de que Yoko e o modo como John deixava claro que era ela, e não mais a banda, o que havia de mais importante na sua vida, criaram uma divisão irreparável entre ele e os outros três Beatles.
Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.
Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.
Reino Unido – No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Argentina – A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Grécia – Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Portugal – A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.
Canadá – O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.
Alemanha – Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.
Paraguai – A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
Peru – O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.
Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.
África do Sul – A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.
Rússia – Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de “o dia do defensor da pátria” (Den Zaschitnika Otetchestva).

Fonte: Portal da Família.
Imagine andar pelas ruas e encontrar um motociclista com uma melancia cortada na cabeça. No mínimo, ele conseguiu o que queria: chamar a atenção. Uma agência de publicidade russa resolveu ajudar os exibidos. A Good criou uma linha de capacetes bastante inusitada, que conta com desenhos de melancia, nozes, homem careca e corte de cabelo chanel.

Os desenhos são muito bem produzidos e, à primeira vista, chegam a confundir. Segundo o próprio site da agência, a ideia é surpreender com estes capacetes estranhos.
Mas, não se empolgue. Por enquanto, estes capacetes não saíram do papel.

É o Sex.com, vendido por 14 milhões de dólares no ano passado. O empresário Gary Kremen, que botou a fortuna no bolso, registrou o endereço eletrônico em 1994, já prevendo que, se a internet desse certo, ele poderia ganhar alguma coisa com aquela página. Mas em 2000, quando já estava claro que o sex.com valia muito mais do que “alguma coisa”, Kremen teve que ir à Justiça para manter a propriedade do endereço. Um plano diabólico tinha sido tramado para tomar-lhe a paternidade e fazer o site gerar milhões. Em resumo, o plano foi o seguinte: um empresário chamado Stephen Cohen apresentou um documento falsificado de transferência de propriedade do sex.com para a Network Solutions Incorporated, que hospedava o endereço; em seguida, registrou uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas e com ela transformou o site em um megaportal de pornografia, que, em 2000, recebia cerca de 25 milhões de acessos diariamente, rendendo 17 milhões de dólares por ano ao seu dono. Kremen descobriu a história toda, processou Cohen e ganhou a disputa, reavendo a propriedade do sex.com, agora valorizado pelo trabalho clandestino. Quase seis anos depois, em janeiro de 2006, um grupo de Boston (EUA) chamado Escom pagou os tais 14 milhões de dólares para passar a operar o portal de sacanagem. A princípio, o objetivo deles era liderar o mercado de entretenimento adulto digital, mas não estranhe se amanhã eles repassarem o domínio por alguns milhões a mais do que pagaram.

Fonte: Mundo Estranho.
Draughton, no Reino Unido, pode mudar seu nome para Paraíso da Honestidade que ninguém vai estranhar.
Uma loja de Draughton (pequena vila de 250 habitantes) funciona em um esquema e tanto: fica aberta 24 horas por dias, sete dias por semana, sem funcionário dentro. Confiança total nos consumidores!
Os moradores fazem as suas encomendas por telefone, e as mercadorias são entregues diariamente, sem custo extra.
“Os clientes podem pagar com cartão de crédito, por telefone ou deixar um cheque”, disse Lewis Cooke, que administra o fornecimento. “Tem sido incrível a forma como toda a gente tem respeitado as coisas que são deixadas lá.”
A loja abriu há duas semanas…. E até agora – e esperamos que continue assim – nada foi furtado. Ela funciona em uma cabine telefônica vermelha devidamente “tunada” em uma lojinha de guloseimas que vende pão, leite, jornais e afins.

Eu até acredito que essa forma de administrar um comércio funcione em determinados lugares. No entanto, não acredito que vá funcionar sempre de forma cem por cento, por um simples motivo: em qualquer lugar existe muita gente boa e honesta, mas também é verdade que em qualquer lugar existe muita gente ruim, desonesta, pilanta e safada. Isso é próprio da diversidade da personalidade dos homens e nenhuma cidade pacata do mundo vai mudar isso.
Tudo indica que a expressão surgiu no livro As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias tradicionalmente contadas boca a boca no Oriente Médio, que ganhou sua primeira versão impressa no século 9. Uma das histórias contadas é a do marinheiro Simbad, que, para levar mercadorias a portos distantes, viaja por sete mares. A expressão se tornou comum e ainda hoje é usada pelos navegantes para dividir os oceanos de uma forma um pouquinho diferente da que vemos nos atlas mais comuns: Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico. Os dois últimos costumam ser considerados partes do Atlântico e não se dividem os principais oceanos em porções norte e sul. Além disso, oceanos e mares não são sinônimos. Os mares são porções de água comportadas em áreas fechadas (os oceanos são abertos) e são muito mais numerosos do que os oceanos: de acordo com a Organização Hidrográfica Internacional, há 61 mares na Terra, como o mar Vermelho (entre a África e a Arábia Saudita) e o Mediterrâneo (entre a África e a Europa). Nessa lista, entram também os golfos e baías, como o golfo Pérsico (no Oriente Médio) e a baía de Hudson (no Canadá). Esse mundaréu de água, somando mares e oceanos, cobre 71% da superfície terrestre.

Em 2000, quando viu o talento precoce o colocar, com apenas 16 anos, em uma equipe que em sua maioria era formada por jogadores adultos, Bruno não tinha noção da peça que estava sendo pregada pelo destino em sua vida. Revelação da Escolinha de Futebol Palmeiras, o goleiro foi convidado para defender em algumas oportunidades a Associação de Funcionários da Penitenciária José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves, cidade onde nasceu.

É isso mesmo. Essa bicicleta criada por Kevin Scott, designer industrial de 21 anos, estudante da Universidade de De Montfort University, de Londres, pode ser literalmente dobrada, para ser enrolada e presa a um poste ou guardada em pequenos compartimentos.

O mecanismo desenvolvido dentro da estrutura permite que o quadro da bicicleta – os dois tubos centrais – se torne flexível. Uma vez dobrado, os seus dois lados se acoplam um ao outro com um simples, mas seguro, fecho.
Foi o radialista Rebelo Júnior, que começou a tradição ainda na década de 1930. O narrador trabalhava na Rádio Difusora Paulistana e, por prolongar o grito de gol, ficou conhecido como “o homem do gol inconfundível”. Ele começou com isso para chamar a atenção dos ouvintes que estivessem distantes ou meio desligados do jogo. Antes dele, o grito era curto e grosso. Nicolau Tuma, que narrou a primeira partida transmitida ao vivo no Brasil – São Paulo 6 x 4 Paraná, em 1931 -, dizia somente “gol” e já começava a detalhar o tento. “Ele era conhecido como speaker-metralhadora, porque falava de 200 a 300 palavras por minuto, e dizia que tinha medo de que os ouvintes mudassem de estação se demorasse muito pra voltar ao jogo”, diz o jornalista André Ribeiro, autor de Os Donos do Espetáculo – A História da Imprensa Esportiva no Brasil. Hoje, prolongar o grito é quase unanimidade. O que muda é como os narradores gritam “gol”: os latinos falam “gol” mesmo; em inglês, se escreve goal, mas o grito soa igual ao nosso; os portugueses falam “golo” e os alemães, “tor”.
Fonte: Mundo Estranho.
Pesquisadores criam nanotubos que, injetados sob a pele, podem revelar a quantidade de glicose no corpo.
Cientistas desenvolveram nanotubos de carbono que, aplicados na pele, fariam o monitoramento mais precisao da taxa de glicose no sangue.
O sensor é feito dos nanotubos de carbono encaixados em um polímero sensível às concentrações de açúcar. Quando há glicose, os nanotubos ficam fluorescentes, o que pode ser visto com uma luz infravermelha próxima. O nível da fluorescência revela a taxa de açúcar.
Ainda falta muita pesquisa e aprimoramento dos componentes para que o produto seja testado em pessoas, mas o teste em animais deve começar logo.

Vi navegando por aqui.
Criatividade sem limite: O outdoor exala o cheiro da carne, que por ser forte, é desligado nos horários de trânsito intenso.

Dá para destravar os videogames mudando a programação com um novo software no console. Todo game moderno tem um programa embutido para ler e rodar os jogos. “Ele busca uma informação codificada no jogo para verificar se é um disco original ou não. Se não for, ele trava. Então colocamos chips com programas que fazem o game pular essa checagem”, diz Leandro Fabres, técnico em eletrônica especializado em videogames. Além de evitarem a leitura do código de segurança, esses chips ajustam o sistema de cores, o tamanho de tela e a área do disco. Na maioria das vezes, os chips são desenvolvidos por funcionários ou ex-funcionários dos próprios fabricantes, que usam informações privilegiadas para ganhar uma grana. Destravar games é um procedimento legal. Você pode encomendar o serviço para usar um disco de segurança, caso o seu original tenha quebrado, por exemplo. Mas os chips são desenvolvidos a partir de um crime – espionagem industrial -, e copiar jogos para vender ou distribuir, sem a nota fiscal do produto original, é outro tipo de crime: pirataria.
1. Cada DVD sai de fábrica com um número próprio, e o fabricante dá um jeito de colocar essa seqüência repetida no programa do jogo. Quando você coloca o disco no console, o leitor óptico busca essas duas informações e envia para o software do videogame, que fica numa peça chamada bios.
2. O programa do videogame compara as duas informações que o leitor mandou e faz uma checagem. Se os números forem iguais, ele começa a rodar o jogo. Se não, ele trava. Para evitar o destravamento, os fabricantes mudam os códigos de segurança a cada novo modelo ou versão do game.
3. Para fazer o destravamento, o técnico cola um chip na parte de baixo da placa-mãe. Ele usa uma tecnologia de soldas empregada em circuitos muito pequenos, como os de celulares, para conectar o chip a dois lugares na placa-mãe do videogame: a bios, onde roda o programa principal, e a unidade de processamento de imagem.
4. Dentro do chip existe um programa que “domina” o do videogame – quando você liga o console destravado, o nome do chip aparece antes da marca do fabricante. A partir daí, o chip cancela o procedimento original do videogame, e ele não checa o código de segurança. Daí, a entrada dos DVDs está liberada.

1. Neste game, é o próprio leitor de DVD que faz a checagem e diz para o programa do game se o jogo é original ou não. Para destravá-lo, o leitor da placa-mãe é desconectado e depois ligado a um computador, com um cabo do tipo Sata.
2. O computador então reconhece o leitor de DVD do game como uma nova unidade de disco. Aí é só baixar um programa que realize a mesma função dos que existem nos chips, e instalá-lo direto no drive do leitor, sem usar nenhum novo hardware.

Quando falamos sobre comida, nem sempre imaginamos a dimensão histórica e cultural que um simples fruto pode ter. No caso da banana, o uso e o fácil acesso a esse gênero alimentício se mostram como uma das mais típicas características da economia natural e agroexportadora do continente americano. No século XX, vários países da América Central ficaram conhecidos como sendo parte integrante da chamada “República das Bananas”.
Essa relação entre a banana e o continente americano, na verdade, é bastante antiga. Ao chegarem ao Novo Mundo, os colonizadores europeus logo perceberam que as bananeiras abundavam em nossas terras. O clima quente e úmido fazia com que o fruto estivesse sempre disponível, sem que fosse necessário um planejamento rigoroso ou o emprego de técnicas agrícolas mais elaboradas. Ainda hoje, ela serve como base alimentar de muitas famílias habitantes de países americanos mais pobres.
Seguindo a lógica de exploração do sistema mercantilista, os comerciantes do Velho Mundo tinham pouco interesse em explorar comercialmente uma riqueza de tão fácil obtenção. O grande lance era investir em gêneros agrícolas que tivessem preços elevados e que, por isso, garantiam uma polpuda margem de lucros à burguesia mercantil europeia. De fato, a pobre banana era o indício cabal de que a antiga lei da oferta e da procura tinha lá suas razões.
Com o passar do tempo o preço da banana acabou sendo naturalmente incorporado ao nosso vocabulário financeiro. Toda vez que encontramos um produto “a preço de banana”, temos a certeza que pagaremos bem pouco naquele bem que tanto desejamos. Em tempos de pouca grana, nada melhor que pagar valores módicos que nos lembrem o precinho convidativo de um cacho de bananas!

O Canal de Corinto é um canal que liga o Golfo de Corinto com o Mar Egeu. Ele passa pelo istmo de Corinto, e separa a península do Peloponeso da parte principal da Grécia, e torna o Peloponeso efetivamente uma ilha.
O canal possui 6.3 km de comprimento, e foi construído entre 1881 e 1893. Torna a locomoção de barcos pequenos na região mais fácil, uma vez que elas assim não precisam dar a volta em cerca de 400 km, em torno do Peloponeso. Porém, por ter apenas 21 metros de largura, é muito estreito para cargueiros internacionais. O canal é atualmente usado principalmente por barcos turísticos: 11 mil barcos navegam pelo canal anualmente.
A primeira tentativa de construir um canal na região aconteceu no ano de 67, em uma tentativa realizada pelo imperador romano Nero, que ordenou a 6 mil escravos a escavarem a região usando pás. No ano seguinte, Nero morreu, e seu sucessor, Galba, abandonou o projeto, por ser caro demais.

Mas tem maluco que não se dá por satisfeito em navegar pelo canal em um barco ou atravessá-lo cruzando uma ponte e resolve saltar sobre ele. Foi o que fez em uma motocicleta o piloto australiano Robbie Maddison. Vamos conferir a proeza no vídeo.